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MotoGP 2026: calendário, circuitos, equipes e pilotos para acompanhar ao longo do ano

A MotoGP 2026 segue como uma das temporadas mais fortes do esporte a motor, com calendário espalhado por vários continentes, pistas tradicionais e um grid que mistura campeões consagrados, nomes em ascensão e mudanças importantes entre equipes.

Por Corte dos Esportes · 16/03/2026 · Categoria: CATEGORIA

A MotoGP 2026 segue como uma das temporadas mais fortes do esporte a motor, com calendário espalhado por vários continentes, pistas tradicionais e um grid que mistura campeões consagrados, nomes em ascensão e mudanças importantes entre equipes. Ao longo do ano, o campeonato reúne corridas em circuitos muito diferentes entre si, o que costuma mudar bastante o cenário de cada etapa e manter a disputa aberta por mais tempo.

Calendário da MotoGP 2026

27/02 a 01/03 — Tailândia — vencedor: Marco Bezzecchi

20/03 a 22/03 — Brasil

27/03 a 29/03 — Estados Unidos

24/04 a 26/04 — Espanha

08/05 a 10/05 — França

15/05 a 17/05 — Catalunha

29/05 a 31/05 — Itália

05/06 a 07/06 — Hungria

19/06 a 21/06 — República Tcheca

26/06 a 28/06 — Holanda

10/07 a 12/07 — Alemanha

07/08 a 09/08 — Grã-Bretanha

21/08 a 23/08 — Aragão

11/09 a 13/09 — San Marino

18/09 a 20/09 — Áustria

25/09 a 27/09 — Japão

02/10 a 04/10 — Indonésia

16/10 a 18/10 — Austrália

23/10 a 25/10 — Tailândia

30/10 a 01/11 — Malásia

06/11 a 08/11 — Catar

27/11 a 29/11 — Valência

O que chama atenção no GP do Brasil

O GP do Brasil recoloca o país no calendário e leva a MotoGP para o Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna. A pista foi inaugurada em 1974, tem cerca de 3,84 km, conta com 14 curvas e mistura reta longa com trechos mais técnicos, perfil que costuma exigir boa leitura de freada, aceleração e mudança de direção.

A etapa brasileira ganha ainda mais peso porque marca a volta da MotoGP ao país depois de mais de duas décadas. A última vez que o Mundial correu no Brasil foi em 2004, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Por isso, a corrida em Goiânia chega cercada de expectativa e com apelo especial para o público brasileiro.

Cinco pistas que ajudam a explicar a temporada

Entre tantas etapas, algumas pistas ajudam a dar identidade ao campeonato ao longo do ano:

Goiânia — etapa que recoloca o Brasil no calendário e carrega o peso do retorno da MotoGP ao país.

Austin — uma das corridas mais conhecidas fora da Europa, em pista longa e exigente.

Jerez — traçado tradicional da temporada e muito ligado à cultura do motociclismo espanhol.

Mugello — uma das etapas mais emblemáticas do ano, cercada pela força da torcida italiana.

Assen — circuito de enorme tradição e um dos nomes mais pesados do calendário.

Pilotos e equipes para acompanhar

A temporada reúne nomes muito fortes e algumas combinações que chamam atenção desde o começo do ano.

Pedro Acosta (Red Bull KTM Factory Racing) — começou 2026 em alta e lidera o campeonato após a abertura.

Marc Márquez (Ducati Lenovo Team) — segue como um dos principais nomes do grid e continua naturalmente no centro das atenções.

Francesco Bagnaia (Ducati Lenovo Team) — permanece como peça importante de uma das equipes mais fortes do campeonato.

Jorge Martín (Aprilia Racing) — chega como um dos nomes mais observados da Aprilia.

Marco Bezzecchi (Aprilia Racing) — venceu a abertura da temporada e colocou a equipe em evidência logo no começo.

Diogo Moreira (Honda LCR) — brasileiro no grid, fator que aumenta o interesse do público nacional ao longo do ano.

Toprak Razgatlioglu (Prima Pramac Yamaha) — uma das entradas mais comentadas da temporada.

Entre as equipes, algumas concentram a maior parte da atenção por tradição, força recente ou expectativa criada para 2026. A Ducati Lenovo Team continua como referência técnica e competitiva. A Aprilia Racing ganhou força logo na primeira etapa e aparece como nome forte neste início. A Red Bull KTM Factory Racing começa o ano embalada pelo momento de Pedro Acosta. A Prima Pramac Yamaha chama atenção pela nova formação, enquanto a Honda, com equipe oficial e estrutura LCR, segue observada de perto, ainda mais com Diogo Moreira no grid.

Por que o calendário segue relevante ao longo do ano

A MotoGP costuma mudar de cenário com rapidez porque cada pista cobra características diferentes das motos e dos pilotos. Em um trecho da temporada, uma equipe pode se encaixar melhor em determinado circuito; em outro, a disputa volta a equilibrar. É isso que mantém o calendário importante por muitos meses: não se trata só de quem vence uma etapa, mas de como cada corrida reposiciona a luta por vitórias, pódios e campeonato.

Com pistas tradicionais espalhadas pela temporada e um grid cercado de nomes fortes, a MotoGP 2026 reúne elementos para seguir em alta ao longo do ano e manter a disputa aberta em diferentes momentos do campeonato. Para quem também acompanha o cenário das quatro rodas, vale conferir a matéria com o calendário da Fórmula 1 em 2026.