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Superliga Feminina de Vôlei: classificação atualizada após a 18ª rodada

Rodada concluída em 20/02 mexe com a tabela e mantém Minas na liderança; Sesc RJ Flamengo segue colado, enquanto Praia Clube e Osasco fecham o G4 antes da pausa até 5 de março.

Por Corte dos Esportes · 21/02/2026 · Categoria: Futsal
 

Com o término da 18ª rodada da Superliga Feminina de Vôlei, concluída em 20/02, a competição entra definitivamente na reta final da temporada regular. A rodada trouxe resultados importantes, mexeu com a briga por posições na parte de cima da tabela e reforçou a disputa direta por vagas nos playoffs.

Entre os destaques do dia, o Barueri foi superado pelo Fluminense por 3 sets a 0, em um confronto de grande peso para a tabela. Já o Renasce Vôlei Sorocaba venceu o Tijuca em um duelo equilibrado por 3 sets a 2, somando pontos importantes para sua campanha. No outro jogo citado, o Batavo Mackenzie acabou derrotado pelo Praia Clube por 3 sets a 0, resultado que mantém o time mineiro firme entre os principais candidatos ao título.

Com esses placares, a classificação da Superliga Feminina segue com os favoritos confirmando o bom momento. O Minas permanece na liderança, mostrando consistência rodada após rodada, enquanto o Sesc RJ Flamengo aparece logo atrás, mantendo o ritmo forte na perseguição. Fechando o G4, estão Praia Clube e Osasco, que também sustentam campanhas regulares e alto nível de desempenho.

Confira a tabela atualizada após 18 rodadas:

1) Minas — 18 jogos | 16 vitórias | 2 derrotas | 50:16 (sets) | 47 pontos
2) Sesc RJ Flamengo — 18 jogos | 16 vitórias | 2 derrotas | 51:14 (sets) | 46 pontos
3) Praia Clube — 18 jogos | 13 vitórias | 5 derrotas | 41:18 (sets) | 39 pontos
4) Osasco — 18 jogos | 13 vitórias | 5 derrotas | 43:25 (sets) | 39 pontos
5) Vôlei Bauru — 18 jogos | 12 vitórias | 6 derrotas | 39:25 (sets) | 35 pontos
6) Fluminense — 18 jogos | 11 vitórias | 7 derrotas | 37:34 (sets) | 27 pontos
7) Unilife Maringá — 18 jogos | 8 vitórias | 10 derrotas | 32:36 (sets) | 25 pontos
8) Batavo Mackenzie — 18 jogos | 7 vitórias | 11 derrotas | 27:40 (sets) | 20 pontos
9) Barueri — 18 jogos | 4 vitórias | 14 derrotas | 23:46 (sets) | 15 pontos
10) Brasília Vôlei — 18 jogos | 4 vitórias | 14 derrotas | 24:46 (sets) | 13 pontos
11) Tijuca — 18 jogos | 3 vitórias | 15 derrotas | 20:50 (sets) | 12 pontos
12) Renasce Vôlei Sorocaba — 18 jogos | 1 vitória | 17 derrotas | 16:53 (sets) | 6 pontos

Agora, a Superliga Feminina terá uma pausa até o dia 5 de março, período considerado precioso para ajustes físicos, recuperação de atletas e realinhamento tático, especialmente para equipes que buscam evoluir na reta final. Para quem briga na parte de cima, cada detalhe pode fazer diferença na hora de garantir melhor colocação e vantagem nos confrontos eliminatórios.

Além do impacto esportivo, a Superliga Feminina de Vôlei segue consolidada como uma das competições mais valorizadas do calendário, com forte audiência e grande interesse do público. O torneio também tem destaque internacional, atraindo jogadoras estrangeiras e reforçando o nível técnico, fator que ajuda a manter a liga em evidência e com alta capacidade de engajamento.

Com a fase decisiva se aproximando, a tendência é de jogos ainda mais equilibrados, pressão por pontos e clima de decisão em cada rodada. A expectativa fica para a volta da competição, quando a luta pelo G4 e pelas vagas nos playoffs da Superliga Feminina deve ganhar ainda mais intensidade.

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