Depois de 22 partidas para cada equipe ao longo de pouco mais de cinco meses de disputa, a Superliga fechou sua fase classificatória e agora volta toda a atenção para o mata-mata. Com os confrontos das quartas de final definidos, a competição entra em uma etapa em que cada ponto pesa mais e o mando de quadra pode fazer diferença nos duelos por vaga nas semifinais.
Quartas e semifinais serão disputadas em séries melhor de três jogos, enquanto a final será em jogo único, marcada para 10 de maio, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
A definição do mata-mata no masculino amplia um momento decisivo para o vôlei nacional, que também já vê a Superliga Feminina 2025/26 entrar nas quartas de final com confrontos definidos e programação confirmada para os primeiros jogos.
Classificados para as quartas de final
Sada Cruzeiro
Vôlei Renata
Praia Clube
Itambé Minas
Suzano Vôlei
Guarulhos Bateubet
Azulim Monte Carmelo
Saneago Goiás
Como funciona o mata-mata
Quartas de final: melhor de três jogos
Semifinais: melhor de três jogos
Final: jogo único
Mando da partida decisiva: equipe de melhor campanha na fase classificatória
Final da competição: 10 de maio, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo
Confrontos das quartas de final
Sada Cruzeiro x Saneago Goiás
Vôlei Renata x Azulim Monte Carmelo
Praia Clube x Guarulhos Bateubet
Itambé Minas x Suzano Vôlei
Datas e horários das quartas de final
Sada Cruzeiro x Saneago Goiás — 04/04, às 21h, no Ginásio do Riacho
Saneago Goiás x Sada Cruzeiro — 09/04, às 21h, no Ginásio Rio Vermelho
Sada Cruzeiro x Saneago Goiás — 15/04, às 21h, no Ginásio do Riacho (se necessário)
Vôlei Renata x Azulim Monte Carmelo — datas e horários a confirmar
Praia Clube x Guarulhos Bateubet — datas e horários a confirmar
Itambé Minas x Suzano Vôlei — datas e horários a confirmar
Mesmo com o mando de quadra na partida decisiva e campanhas mais consistentes na fase classificatória, nenhuma das equipes que chegam em vantagem entra nas quartas de final com classificação garantida. O nível técnico dos oito times transforma o mata-mata em um outro campeonato, mais imprevisível e com margem menor para erro. Quem ganha com isso são as torcidas e os espectadores, que devem acompanhar grandes partidas em um torneio que reforça o peso de uma das ligas de vôlei mais fortes do mundo.