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Brasileiros na etapa da Gold Coast da WSL

Mateus Herdy estreia com vitória na etapa da Gold Coast da WSL, enquanto Gabriel Medina, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Yago Dora, Luana Silva e outros brasileiros entram na disputa em Snapper Rocks.

Por Corte dos Esportes · 01/05/2026 · Categoria: Surf

O Brasil começou bem o primeiro dia de competição, Mateus Herdy foi o único brasileiro na água e venceu sua bateria no Round 1 masculino, abrindo a participação nacional com resultado importante na terceira parada do Championship Tour.

A tendência é que a etapa termine bem antes do fim da janela oficial, já que as condições do mar devem ser favoráveis nos próximos dias em Snapper Rocks. Com a previsão positiva, a organização pode acelerar as chamadas, e o encerramento da disputa pode acontecer até a terça-feira.

A etapa australiana reúne 10 brasileiros na disputa entre masculino e feminino, com nomes importantes da chamada Brazilian Storm. Além de Herdy, o país terá Gabriel Medina, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Yago Dora, Samuel Pupo, João Chianca, Miguel Pupo, Alejo Muniz e Luana Silva buscando pontos importantes no ranking mundial.

Mateus Herdy abre o caminho brasileiro

Mateus Herdy entrou no mar pressionado por ser o único brasileiro escalado no Round 1, mas respondeu bem. Contra Reef Heazlewood, o surfista brasileiro mostrou variedade, achou boas ondas e construiu uma vitória consistente para seguir vivo na etapa.

O triunfo por 14.43 a 12.93 colocou Herdy no Round 2 e manteve o Brasil com todos os seus representantes ainda na disputa. Agora, o desafio aumenta. Griffin Colapinto é um adversário experiente e costuma ser competitivo em ondas de alta performance, o que deve exigir mais precisão do brasileiro.

Mesmo assim, a largada positiva dá confiança. Em uma etapa importante da perna australiana, começar avançando ajuda Herdy a respirar melhor dentro da competição e a buscar uma campanha mais longa em Gold Coast.

Principais brasileiros entram no Round 2

Com o avanço de Mateus Herdy, o Brasil terá uma sequência forte de baterias no Round 2 masculino. A fase marca a entrada dos principais nomes brasileiros que já estavam classificados diretamente.

As próximas baterias dos brasileiros são:

Ítalo Ferreira x Luke Thompson

Mateus Herdy x Griffin Colapinto

George Pittar x Alejo Muniz

Yago Dora x Callum Robson

Gabriel Medina x Morgan Cibilic

Filipe Toledo x Cole Houshmand

Samuel Pupo x João Chianca

Miguel Pupo x Eli Hanneman

O duelo entre Samuel Pupo e João Chianca já garante um brasileiro na fase seguinte, mas também elimina um representante nacional de forma antecipada. Esse tipo de confronto direto costuma pesar em etapas com muitos atletas do país na elite, principalmente quando o Brasil chega forte e com expectativa de título.

Medina, Filipe Toledo, Ítalo e Yago Dora carregam peso na etapa

A etapa da Gold Coast tem um peso especial para alguns nomes brasileiros. Gabriel Medina chega embalado pelo bom início de temporada e segue como uma das principais referências do circuito. Sua bateria contra Morgan Cibilic será uma das mais observadas do Round 2, especialmente pelo momento do brasileiro e pela força que ele costuma ter em ondas rápidas e manobráveis.

Filipe Toledo também entra com atenção elevada. Atual campeão da etapa, Filipinho tem histórico forte em Gold Coast e conhece bem as direitas australianas. A estreia contra Cole Houshmand será importante para medir o ritmo do brasileiro em uma etapa na qual ele já mostrou enorme capacidade de decisão.

Ítalo Ferreira, por sua vez, abre a sequência brasileira no Round 2 contra Luke Thompson. Campeão olímpico e sempre agressivo em ondas de performance, Ítalo tem perfil para crescer em Snapper Rocks se conseguir encaixar velocidade, aéreos e pressão desde o início da bateria.

Atual campeão mundial, da temporada 2025, Yago Dora tem também uma bateria pesada para seguir no caminho para a busca do bi campeonato.

Luana Silva representa o Brasil no feminino

No feminino, Luana Silva é a representante brasileira na etapa. Ela entra direto no Round 2 e chega em bom momento depois de resultado expressivo em Margaret River, onde foi finalista e confirmou sua evolução dentro da elite mundial.

A presença de Luana mantém o Brasil competitivo também entre as mulheres. Em uma temporada em que ela vem ganhando regularidade, avançar em Gold Coast pode ser importante para seguir bem posicionado no ranking e fortalecer sua campanha dentro do Championship Tour.

A brasileira tem mostrado maturidade competitiva, leitura de bateria e capacidade de enfrentar nomes fortes do circuito. Em uma etapa de ondas rápidas, a escolha certa das ondas e a precisão nas manobras serão fundamentais.

Gold Coast pode mexer no ranking da WSL

A etapa de Gold Coast chega em momento importante da temporada. O Brasil começou o ano com protagonismo, bons resultados e presença forte nas fases decisivas. Por isso, a parada em Snapper Rocks pode mexer diretamente no ranking e confirmar a força brasileira no circuito.

Além do peso dos pontos, a etapa também tem valor simbólico. Gold Coast é um palco tradicional do surfe mundial, com ondas que favorecem atletas técnicos, rápidos e criativos. Para a Brazilian Storm, é uma oportunidade de transformar bom momento em resultado concreto.

A etapa de Gold Coast também dá sequência a uma perna australiana de forte presença brasileira. Em Bells Beach, a Brazilian Storm dominou a etapa, com Miguel Pupo campeão e final brasileira contra Yago Dora. Na sequência, em Margaret River, Gabriel Medina foi vice-campeão e assumiu a liderança do ranking da WSL. Agora, em Snapper Rocks, o Brasil tenta manter o embalo e transformar a boa largada em Gold Coast em mais uma campanha forte no circuito mundial.

Com Mateus Herdy já classificado para o Round 2 e os principais nomes brasileiros prontos para estrear, o Brasil segue forte na briga por título na Austrália. A sequência das baterias deve mostrar se a boa largada será apenas o começo de mais uma campanha marcante da Brazilian Storm na WSL.