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Liga das Nações de Vôlei 2026: convocados, grupos e datas

A competição terá início em Brasília no feminino e no masculino, com 18 seleções por modalidade, fase classificatória em três semanas e elencos renovados em busca de protagonismo internacional.

Por Corte dos Esportes · 25/05/2026 · Categoria: Vôlei

A Liga das Nações de Vôlei 2026 chega como uma das competições mais importantes do calendário internacional e marca o início de uma nova etapa para as seleções brasileiras. O torneio reúne a elite mundial da modalidade, coloca o Brasil diante de rivais tradicionais logo nas primeiras semanas e serve como termômetro para o ciclo que mira os grandes compromissos internacionais dos próximos anos.

No feminino, o Brasil estreia em Brasília contra a Holanda, no dia 3 de junho, às 20h. No masculino, a estreia também será na capital federal, no dia 10 de junho, às 20h, contra o Irã. As duas seleções jogam a primeira semana no Ginásio Nilson Nelson.

Como funciona a Liga das Nações de Vôlei

O formato é dividido em “pools”, que funcionam como grupos por semana e por sede. Cada seleção disputa 12 partidas na fase classificatória, distribuídas em três semanas de competição.

Ao fim dessa fase, as melhores campanhas avançam para a fase final. No feminino, a decisão será em Macau, na China, entre 22 e 26 de julho. No masculino, a fase final será em Ningbo, também na China, entre 29 de julho e 2 de agosto.

Esse formato valoriza regularidade. Não basta fazer uma boa estreia ou vencer um rival direto: a seleção precisa pontuar bem em diferentes continentes, contra adversários de estilos variados e em uma sequência desgastante de viagens, treinos e jogos.

Onde assistir à Liga das Nações de Vôlei 2026

A Liga das Nações de Vôlei 2026 terá transmissão no Brasil pelo SporTV, na TV fechada. Pela internet, os jogos também poderão ser acompanhados pelo Globoplay e pela GETV no Youtube.

A Globo também deve exibir partidas selecionadas em TV aberta, mas a grade completa pode variar conforme a fase da competição, os horários dos jogos e a programação da emissora.

Seleções que disputam a VNL feminina 2026

As 18 seleções na disputa:

  • Brasil
  • Itália
  • Holanda
  • Turquia
  • República Dominicana
  • Bulgária
  • Canadá
  • Estados Unidos
  • França
  • Japão
  • Ucrânia
  • Alemanha
  • China
  • Sérvia
  • Bélgica
  • Polônia
  • Tailândia
  • República Tcheca

A lista mostra a força da competição. O Brasil terá pela frente potências como Itália, Turquia, Estados Unidos, China, Japão e Polônia, além de seleções em crescimento no cenário internacional. Por isso, a fase classificatória funciona como um teste de profundidade de elenco, variação tática e resistência física.

Seleções que disputam a VNL masculina 2026

As 18 seleções:

  • Brasil
  • Argentina
  • Bulgária
  • Sérvia
  • Bélgica
  • Irã
  • Canadá
  • Alemanha
  • Itália
  • Estados Unidos
  • Turquia
  • França
  • China
  • Cuba
  • Eslovênia
  • Ucrânia
  • Polônia
  • Japão

A seleção brasileira de Bernardinho terá uma sequência pesada contra adversários de estilos diferentes. Argentina, Itália, França, Polônia, Estados Unidos e Eslovênia aparecem entre os rivais mais fortes do caminho.

Grupos da seleção brasileira feminina

Na primeira semana, em Brasília, o Brasil está em um grupo com:

  • Brasil
  • Itália
  • Holanda
  • Turquia
  • República Dominicana
  • Bulgária

Na segunda semana, de 17 a 21 de junho, o Brasil joga em Ancara, na Turquia, em uma chave com:

  • Brasil
  • Turquia
  • França
  • Bélgica
  • Alemanha
  • China

Na terceira semana, de 8 a 12 de julho, a seleção vai a Osaka, no Japão, em um grupo forte com:

  • Brasil
  • Japão
  • Polônia
  • Turquia
  • Estados Unidos
  • Tailândia

A sequência brasileira no feminino ficou assim:

  • 03/06, 20h: Brasil x Holanda
  • 04/06, 20h: Brasil x República Dominicana
  • 06/06, 11h: Brasil x Bulgária
  • 07/06, 14h30: Brasil x Itália
  • 17/06, 10h: Brasil x França
  • 18/06, 10h: Brasil x Bélgica
  • 20/06, 10h: Brasil x China
  • 21/06, 10h: Brasil x Alemanha
  • 08/07, 7h20: Brasil x Japão
  • 10/07, 7h20: Brasil x Polônia
  • 11/07, 3h30: Brasil x Tailândia
  • 12/07, 0h: Brasil x Estados Unidos

Convocadas da seleção brasileira feminina

José Roberto Guimarães trabalha com uma lista que mistura experiência, liderança e renovação. Gabi segue como uma das principais referências técnicas e emocionais do grupo, enquanto nomes como Ana Cristina, Júlia Bergmann, Helena e Julia Kudiess aparecem em uma geração que já deixou de ser apenas promessa e passa a carregar responsabilidade em jogos grandes.

As convocadas da seleção brasileira feminina incluem:

Levantadoras

  • Macris
  • Roberta

Opostas

  • Kisy
  • Tainara

Ponteiras e ponteiras/opostas

  • Ana Cristina
  • Helena
  • Rosamaria
  • Gabi
  • Júlia Bergmann

Centrais

  • Diana
  • Julia Kudiess
  • Lorena
  • Luzia

Líberos

  • Marcelle
  • Natinha
  • Nyeme

A presença de nomes experientes ao lado de atletas em consolidação mostra uma seleção em equilíbrio entre continuidade e renovação. Esse processo se conecta diretamente à história das medalhas olímpicas do vôlei brasileiro, porque a VNL virou uma vitrine importante para testar formações, ajustar hierarquias e preparar a seleção para decisões maiores.

O contexto da convocação feminina também passa pelo nível recente da temporada nacional. O título do Praia Clube na Superliga Feminina 2025/26 mostra a força do voleibol de clubes no Brasil e ajuda a explicar por que a seleção chega à VNL com uma base competitiva acostumada a decisões, pressão e jogos de alto rendimento.

Grupos da seleção brasileira masculina

A primeira semana será de 10 a 14 de junho, em um grupo com:

  • Brasil
  • Argentina
  • Bulgária
  • Sérvia
  • Bélgica
  • Irã

Na segunda semana, de 24 a 28 de junho, a equipe brasileira joga em Liubliana, na Eslovênia, em uma chave com:

  • Brasil
  • Eslovênia
  • Itália
  • Canadá
  • Bulgária
  • Ucrânia

Na terceira semana, de 15 a 19 de julho, o Brasil vai a Chicago, nos Estados Unidos, para enfrentar um grupo forte com:

  • Brasil
  • Estados Unidos
  • França
  • Polônia
  • China
  • Bulgária

A sequência brasileira no masculino ficou assim:

  • 10/06, 20h: Brasil x Irã
  • 11/06, 20h: Brasil x Bélgica
  • 13/06, 11h: Brasil x Sérvia
  • 14/06, 18h: Brasil x Argentina
  • 24/06, 11h30: Brasil x Ucrânia
  • 26/06, 15h: Brasil x Itália
  • 27/06, 15h30: Brasil x Eslovênia
  • 28/06, 11h30: Brasil x Canadá
  • 15/07, 18h: Brasil x França
  • 16/07, 22h: Brasil x Estados Unidos
  • 17/07, 22h: Brasil x Polônia
  • 19/07, 14h: Brasil x China

Convocados da seleção brasileira masculina

Bernardinho iniciou a preparação com uma lista que mistura jogadores já consolidados, atletas em crescimento e nomes que buscam espaço definitivo na seleção. A VNL será importante para medir consistência de saque, passe, volume defensivo e tomada de decisão em pontos decisivos.

Os convocados incluem:

Levantadores

  • Bieler
  • Fernando Cachopa
  • Matheus Brasília

Opostos

  • Bryan
  • Darlan
  • Oppenkoski

Ponteiros

  • Adriano
  • Arthur Bento
  • Douglas Souza
  • Honorato
  • Lukas Bergmann
  • Maicon

Centrais

  • Barreto
  • Flávio
  • Guilherme Voss
  • Judson
  • Matheus Pinta
  • Thiery

Líberos

  • Maique
  • Pureza

Outros nomes inscritos:

  • Rhendrick Resley
  • Lucarelli
  • Léo Lukas
  • Paulo
  • Robert
  • Chizoba
  • Sabino
  • Samuel
  • Alê Elias
  • Filipinho

A lista larga dá margem para ajustes durante a competição, algo comum em uma competição longa e fisicamente exigente. O retorno de Douglas Souza e a presença de atletas como Darlan, Lukas Bergmann e Bryan aumentam o interesse sobre a montagem do time brasileiro para a temporada.

No masculino, a leitura também passa diretamente pelo ambiente competitivo da Superliga. O título do Sada Cruzeiro sobre o Vôlei Renata na Superliga Masculina 2025/26 reforçou a exigência técnica do calendário nacional e manteve em evidência a importância dos clubes brasileiros na formação, maturação e preparação de atletas para a seleção.

Por que a VNL 2026 é importante para o Brasil

Ela funciona como laboratório competitivo e, ao mesmo tempo, como competição de alto valor esportivo. Para o Brasil, a edição de 2026 tem peso especial porque coloca as duas seleções diante de uma necessidade clara: competir bem agora sem perder de vista a formação de grupos fortes para o ciclo internacional.

No feminino, a seleção tenta transformar talento e experiência em regularidade contra as principais potências do mundo. No masculino, Bernardinho busca consolidar uma equipe capaz de recuperar protagonismo em grandes decisões.

A força da base nacional, alimentada por competições como a Superliga de Vôlei, segue sendo um ponto central para explicar a profundidade do elenco brasileiro.

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